domingo, 15 de junho de 2008

Orfã de Filha.

Jackie Tequila morreu. hoje mesmo.
Foi engraçado ver que ela não respondia quando chamei. não acordava.
E, depois de três anos, ver as coisinhas dela ali, :sem ela, foi tão estranho.
Colocar o corpinho dela, já frio, fora da caminha...




hoje, pela primeira vez em um ano, tenho 'aquele' vazio.

(e quase me dou o prazer de não me censurar por isso)

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Ler

1. o leitor identifica-se com a obra. Tem dela uma interpretação e um aprendizado.
atualidade. Uma imagem vale mais. Pouco interesse tem em ler.

2. Ler exige reflexão, compreensão. Nos dias contemporâneos o que vale é o rápido, pronto, mastigado. Deglute.

4. habito. Brasil é analfabeto. Vai ler livro como???

5. ler. Interpretar. Expande o conhecimento. Cultura. Sem a habilidade de interpretar as coisas, entende-las (adquirido a longo prazo pelo habito de ler), tudo fica mecânico. Fácil influenciar.

6. mesmo que o 4

8. comunicação. Mercado de trabalho, etc. exige bagagem e o concordância.
incapaz de entender uma aula de literatura. (por Deus! é romancismo!!!)
devo MESMO estar com defeito.
maldito vestibular.

domingo, 8 de junho de 2008

"Poupe-nos, M!"

Às vezes eu acho que sou a única marxista, feminista, pseudo-poeta, pseudo-politicamentecorreta, pseudo-intelectual de (idade censurada - para evitar psicopatas) anos do mundo.
hum.
por que será?
Quando eu tiver uns 30 anos (ou talvez um pouco antes, quem sabe), se eu for adulta, juro que serei normal. capitalista, egoísta e tudo mais. juro! (não que eu não o seja...)

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Aniversário

um ano mais velha.
Ou um dia desde a ultima vez q fiquei velha. que seja.
milhões de "parabéns" sem importancia: sou o centro das atenções.
muitos presentes. beijos. e 'festa' surpresa!
aí anoiteceu e tudo voltou ao normal.
com um ano de diferença. ou um dia.(?) mais perto da morte e bla bla bla.
mais perto do vestibular. (ui!)
e nada desse inferno astral passar. hunf.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Escola

Em meio ao debulhar de lágrimas (quase que discreto) me faço perceber.

Talvez seja o que a Tati tenha tentado me dizer aos berros na escada - eu sou mesmo "mole" -, talvez só agora eu tenha entendido o eixo; talvez seja o (décimo) término do namoro.
Não importa o zero que tirei na prova (e importaria tampouco o numero de provas zeradas). Não importa o vestibular, as faculdades e universidades q vou ou não cursar. É supérfluo tudo isso.
O mundo é muito maior e - eis o grande aprendizado - a bagagem que vou levar não depende da geografia.

Big-bang.


:)

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Avassaladora

Uma amiga minha me disse hoje que não se sentia bem, porque haviam lhe dito que ela não era feminina o suficiente - motivo pelo qual ela não consegue um namorado.
Eu achei a coisa muito engraçada - porque não conheço ninguém mais masculina do que eu. e a coisa toda parecia bem boba.
Mas, pensando bastante, devo admitir: a feminilidade é uma coisa que preocupa tantas mulheres... quer dizer, é tido como "coisa de mulher" se maquiar, andar arrumada, usar roupas cheias de frescura, chapinha, unha feita, salto-alto, silicone, academia, espelho, brincos, coisas cor-de-rosa e mais um monte de bizarrice sem sentido. e ah, claro, um namorado.
A coisa toda não é só machista: é besteira pura. O pior é que não só as adolescentes bobas caem - muitas mulheres feitas vão nessa também.
Vou recomendar aqui o filme que indiquei à minha amiga: Avassaladoras.
O filme é nacional, sem nenhum caráter cultural ou de grande peso intelectual, mas vale a pena para mulheres em crise. A trama, para quem não conhece, é boba, bem simples, sobre quatro amigas solteiras que tentam manter a sanidade em meio à carências e crises existenciais. Muito fofo.

"(...)seduza o mundo. Homens. Mulheres. Crianças, porteiros, ascensoristas, faxineiros, motoristas de táxi, vizinhos, caixas de banco, professores, alunos, colegas de trabalho, conhecidos, amigos... cachorrinhos: tudo é sujeito e objeto dessa prática (...)"
não depende de feminilidade. só é assim: avassaladora.
E não adianta andar por aí como uma "samambaia seca".


O sonho de toda mulher, mesmo que seja bem no fundo, é se casar. Não necessariamente na igreja, ou no civil. mas casar. ficar junto.
As pessoas, desde cedo, perdem tempo e energia procurando a "pessoa certa" com quem querem ficar pro resto (ou pelo menos por um bom tempo) da vida. A companhia ideal.
Tem mulher (a maioria delas, convenhamos) que fica muito - muito mesmo - tempo procurando o "homem perfeito", mas demora pra perceber que tudo não passa de uma bobagem enorme. coisa da mídia dos filmes. O "homem perfeito" é cheio de defeitos. mas é, até que ele pode existir.






eu já encontrei o meu.

:)